Dalton Gadelha destaca importância do Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa: ‘Reposicionamento da medicina no Nordeste’

Em breve, Campina Grande e a Paraíba serão presenteadas com o maior e mais completo equipamento de saúde do Estado. A construção do Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa, o Help, segue em ritmo acelerado e deverá entregar a primeira fase, com 25 ambulatórios, em janeiro de 2020. O chanceler da Unifacisa, Dalton Gadelha, acompanhado do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, e do diretor da construtora Vão Livre, Alexandre Lira, realizaram visita no campo de obras. O chanceler enfatizou o cronograma da obra e os prazos cumpridos, além de anunciar novidades no projeto do Help, como a ampliação do projeto com mais um andar em dois dos quatro blocos, aumentando o número de leitos de internação.
“A obra vai muito bem e tudo graças ao pessoal que nós contratamos, tanto a Vão Livre de Campina Grande como a GND, empresa de Belo Horizonte especializada na construção de hospitais. A Vão Livre deveria finalizar o serviço no dia 15 desse mês, mas resolvemos recontratá-la para a construção de mais um andar em dois dos quatro blocos. Com isso, o hospital passa a ter 25.500 m², se tornando o maior da Paraíba”, disse o chanceler da Unifacisa, responsável pela concepção do Help.
Durante a visita, o chanceler também anunciou a construção de uma passarela entre o Help e o Hospital de Emergência e Trauma, localizado ao lado do novo empreendimento, no bairro das Malvinas. “Vamos interligar uma passarela com nosso antigo parceiro, o Hospital de Emergência e Trauma. Estou denominando-a como ‘Passarela da Vida’, pois vamos conseguir salvar muitas vidas com essa ligação entre os hospitais”.
No total, o Help terá 205 leitos na primeira etapa e 400 na segunda, além de um moderno centro de diagnóstico, três UTIs (adulto, infantil e neonatal), pronto atendimento adulto e pediátrico e centro de oncologia com equipamentos de última geração. Além disso, o hospital contará com um grande centro de treinamento médico e um núcleo de pesquisa de ponta, com participação de parceiros nacionais e também de fora do País.

“É um reposicionamento da medicina de Campina Grande e do Nordeste, pois teremos muita tecnologia em todos os aspectos, inclusive com empresas de fora que irão se instalar dentro da estrutura do Help, com produção de fármacos, insumos médicos e muito mais. Estamos fazendo uma revolução em termos de ensino médico no Brasil. Estou muito feliz por estarmos seguindo o cronograma de entrega da primeira fase em janeiro de 2020, com 25 ambulatórios. Após isso, a inauguração completa do Help deverá acontecer em janeiro de 2021”, destacou Dalton.
Além de fortalecer o ensino médico e o atendimento hospitalar na região, o Help terá um papel fundamental na geração de empregos para a população. “Iremos criar em torno de 1500 empregos, indo na contramão da economia brasileira. Chegamos em uma situação em que o Brasil precisa fazer esforços por inteiro e só acredito nisso com a retomada do emprego”, completou o chanceler da Unifacisa. O início dos processos seletivos para os profissionais que atuarão no Help ainda não foi anunciado, mas deverá acontecer dentro de alguns meses.
Prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues também se mostrou satisfeito com o andamento das obras e ressaltou a importância que o Help terá para a população do município e também do Estado. “Estou impressionado não apenas com a qualidade da estrutura, mas com a rapidez e velocidade que o Help está sendo edificado. Ficamos felizes por Campina Grande estar recebendo um equipamento dessa grandeza, que servirá para o atendimento da população em todos os âmbitos e também no ensino médico dos alunos dos cursos de saúde da Unifacisa”, afirmou.
Já o diretor da construtora Vão Livre, Alexandre Lira, comentou sobre o prazo das obras e destacou o tipo de estrutura utilizada na construção do Help. “É uma estrutura totalmente industrializada, projetada e executada dentro de nosso parque fabril, com todos os processos de automação. A estrutura vem para ser exclusivamente montada na obra, apenas recebendo o capeamento de concreto. Isso nos permite a grande velocidade na execução da obra”, disse.